quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Vlogueira Eden do canal EpicWin55 (Youtube)

Adorei os videos dessa menina!!! Ela é americana... então ja sabe né? Tudo em inglês ¬_¬ ... Eu também não consigo captar tudo o que ela fala, mas a forma como ela fala e brinca é muito engraçado! Basicamente vale a pena você da uma olhadinha no EpicWin55 da Eden! ta aqui o link >> EpicWin55 <<
E aqui vai um pequeno agrado pra ela! hehehe meio dificil de fazer (como vcs sabem, caricatura de mulher pra mim é um desafio do tamanho do mundo! ¬_¬)
Mas ta ai, prontinha! E... provavelmente este é o último post do ano.... então (juro que não vou chorar), muito obrigado a todos que tiveram um tempinho pra olhar os meus desenhos... "snif"... e a todos que divulgaram o meu blog... "snif"... Em fim meu muito obrigado! BUUÁÁÁÁÁÁ!!!! kkkkkkkkkkk (que idiotice! ¬_¬). hehehe, ok nos vemos em 2011!!!! Fui!!!!!

Remake do Etezinho - "Em um planeta muito distante..."

Pessoal, a um tempo atrás postei no blog um desenho simples que eu fiz apenas lápis e hidrocor. Mas assim que terminei, tive vontade de caprichar mais no desenho e fazer uma pintura digital, porque achei a ideia central do desenho muito interessante e cativante, logo esta ai feita a pintura digital do Etezinho.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Maksimov Konstatin - Pintor Russo

Bom, nunca tinha ouvido falar desse pintor antes, motivo sulficiente para não falar dele aqui. Porém, existe um sistema do Blogger (Blog) que permite visualizar as palavras que as pessoas usaram para chegar até o meu Blog, permite também ver os países das pessoas que estão me visitando.
Logo, colhendo estas informações, me deparei com este nome "Maksimov", e vi que alguém digitou e por alguma razão chegou ao meu Blog. Fiquei feliz por duas razões, uma é que, Maksimov Konstatin é o nome de um artista muito talentoso do século passado, nascido em 1913 na Rússia, ao pesquizar sobre ele, me agradei muito dos seus trabalhos, seu estilo de pintura é um dos que eu mais gosto.




(para ver mais artes dele >>CLICK AQUI<< ).

E o outro motivo, é que pessoas da Rússia estão visitando o meu Blog, e isto é um grande avanço, graças à Deus.
Mas não só pessoas da Rússia vem mostrando a cara por aqui é claro, brasileiros também me visitam desde a criação do blog, no total são 2.494 visitas só de brasileiros e outros países me visitam como Portugal (86 visitas), EUA (37), Canadá (18), Croácia (6), Rússia (5), Senegal (4), Chile (3), Alemanha (3) e Angola (2).
Em fim, não podia estar mais feliz, porque foi um ano de muitas descobertas e desafios. Isto me deixa muito mais ancioso para saber o que o ano de 2011 me espera. Espero que mais coisas boas! ^_^ só pra variar!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Linha do (meu) tempo

Tudo começou aqui...

Este desenho feito talvez no ano de 97 (6 anos), é uma fotografia de um provável domingo no pátio do meu prédio (conjunto José Tenório, Bloco 111, hehehe), onde estou eu querendo entrar no chuveirão, minha irmã no chuveirão, e outra figura no portão do lado (que talvez seja uma amiga minha do prédio). Mas esta é uma fiel lembrança daquela época, que eu amo lembrar! ^_^


É notavel que eu nessa idade, desenhava coisas que aconteciam ao meu redor, e eu capturava e registrava, se eu estiver certo, este foi um dia no carro do meu pai, era noite e estava chovendo, pelo visto, achei interessante estar dentro do carro e não me molhar :) com tanta água caindo do céu.


Nesta fase, minha mente estava começando a viajar nas próprias invenções, talvez porque os desenhos daquela época estimulavam as crianças a isto.


Tai um desenho curioso, aqui eu registrei meus maiores medos, são eles: o Chupacabra (no quadro da parede), uma pessoa no caixão e um bicho estranho a espreita atrás de uma parede, medo, muito medo!


Em fim, o meu desenho tomava forma, e partia para uma viagem sem fim, o humor (um pouco negro e escrachado) agora fazia parte do meu passa-tempo. A partir dai, o lápis era escravo da minha imaginação.


Provavelmente este é de 98 (7 anos), ainda nesta época eu não me importava em datar os desenhos, pois desenhava apenas por desenhar sem ambição à nada.


A partir daqui, registrar uma assinatura e data nos desenhos passou a ser uma forma de dizer: "Ei, talvez eu sou bom em alguma coisa, e eu quero mostrar isso para as pessoas!", talvez aqui, eu estava desejando me tornar um desenhista.


Meus personagens sofriam em minhas mãos nessa época, qualquer coisa que viesse a minha mente para esculhambar um sujeito, eu fazia sem dó, talvez esse seja de 1999.


O desenho do máscara foi uma influencia incrível nesta fase, tudo o que o máscara fazia, os meus desenhos também faziam, olhos esbugalhados, queixo deslocado, lingua enorme, em fim, não haviam limites, exceto o diametro da folha de papel.


Ok, essa é uma fase interessante. Eu desenhanva algo, mas colocava o humor por trás dos bastidores do desenho, se vc ampliar a imagem, vai ver que na pláteia do jogo do Guga, tem um kra de pernas pro ar, um garoto botando o dedo no nariz, uma velha dormindo, e outras coisas. Fiz vários assim.


Nesta fase, as cores chegaram de fininho nos meus desenhos, este é de 2001 (10 anos), normamente só pintava algo, se realmente valesse a pena os esforço, não pintei muitos desenhos nesta época, tanto é, que só voltei a pintar meus desenhos em 2008, quando uma súbita vontade de pintar me subiu a cabeça.

Esta é outra fase interessante, eu passei quase um ano desenhando esse personagem ai, as vezes eu pegava uma folha e só desenhava ele, e mais nada, me lembro que foi uma época em que minha criatividade estava querendo ir embora, e eu não sabia o que fazer para evitar isso! Foi então que...


... O mangá (quadrindo Japonês) teve sua parcela de contribuição para me tirar do meu poço seco de ideias, nesta época eu descobri um mangá chamado Dr. Slump, do desenhista Akira Toryama, o mesmo que fez Dragon Ball Z. Eu me apeguei de uma maneira que só desenhava igual a forma como ele desenhava neste mangá, todas as características eu imitava, mas sempre com minhas próprias ideias, nunca gostei de copiar ou decalcar.


Cheguei a criar um personagem, e tentei fazer uma história em quadrinhos com ele (um cientista maluco), mas não tive muita coragem de continuar. Nesta época, eu estava em desenvolvimento, e a preguiça foi uma grande inimiga minha, lutei com ela bastante tempo. Mas venci a guerra! ^_^


Mais uma vez o estilo Dr. Slump, fiquei muito tempo nessa onda.

Este é o meu primeiro desenho com aquela canetinha de Nanquim descartavel da Faber-Castell.

Aqui é o meu primeiro projeto (com coragem e sem preguiça) de uma história em quadrinhos, mas como nesta época a preguiça ainda persistia, a historinha durou apenas três páginas :(


Bom, minha fase Dr. Slump estava sumindo, mas as características ficaram guardadas para usa-las se fosse necessário, estas são minhas primeiras caricaturas, são amigos do colégio Orlando Araújo, onde estudei da 4ª à 8ª série, aqui eu tinha 14 anos.









Bom, em 2006 minha trajetória estava tomando seu rumo, e meu estilo estava se aprimorando com o passar do tempo, me vi mais solto, e quase não tinha dificuldades em desenhar, seja la o que fosse, eu sempre arruamva um jeito daquilo caber entre o meu lapis e o papel. Eu, em fim, me tornara um desenhista.


Em 2007 meu pai me indicou à um dono de uma gráfica, e este foi o meu primeiro emprego, aprendi a trabalhar na gráfica na base de prazos, pressão, atenção, compromisso e responsabilidade, foi um aprendizado de 3 anos e meio, gostei da experiencia. Em fim me tornara um profissional, pois foi nesta gráfica que descobri a arte digital, que me abriu mais um mundo de possibilidades.


E... é aqui que estou hoje. Toda a minha trajetória, todo tempo que passei grudado em um caderno de desenho e com um lapis na mão, tudo o que absorvi, todas as críticas (construtivas e destrutivas), tudo o que pratiquei e desenvolvi, trouxeram-me para aqui. Este desenho, feito a 6 meses atrás, é o meu troféu, que consquistei ao botar a mão na massa, por 5 horas seguidas sem parar na frente do computador e com uma caneta digital na mão, aqui eu disse para mim mesmo: "É desse, pra melhor!", uma grande porta se abriu, Deus havia me dado um dom, e este dom se mostrou por completo na criação deste desenho.
E o melhor, é saber que nada está pronto, eu não estou pronto, tenho muito ainda à percorrer, e espero percorrer. Esta é uma parte da minha vida. E quer saber, aprenderia tudo novamente se fosse preciso! ;D
Aquele grande Abraço!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

ZOO - HQ brasileiro foi destaque e premiado com o Troféu Bigorna 2010

Zoo, de Nestablo Ramos, fatura o Troféu Bigorna! O álbum Zoo, escrito e ilustrado por Nestablo Ramos Neto e publicado pela HQM Editora, acaba de faturar a terceira edição do Troféu Bigorna por Melhor Publicação de Aventura.

Zoo se passa em um universo onde os favorecidos agora são aqueles que um dia sofreram nas mãos humanas: os animais. Nestablo Ramos Neto, criador de Os Carcereiros e também indicado ao prêmio HQMix em 2007 como roteirista revelação, traz em seu novo HQ 130 páginas coloridas e um adendo especial: duas capas diferentes, feitas especialmente para colecionadores.

Ainda não comprei o meu, mas não vejo a hora de por as mãos nesse HQ!!!!!!
Blog do Artista Nestablo Ramos >> http://nestablo.blogspot.com/


  


 





*** BONUS ***
Abração!!! ^_^

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Jacques-Louis David - Mestre Neoclassicista

Jacques-Louis David nasceu em Paris dia 30 de agosto de 1748 e morreu em Bruxelas dia 29 de dezembro de 1825. Como pintor francês, foi o mais característico representante do neoclassicismo. Controlou durante anos a atividade artística francesa, sendo o pintor oficial da Corte Francesa e de Napoleão Bonaparte.





David nasceu de uma próspera família parisiense. Quando tinha nove anos seu pai foi morto em duelo, e sua mãe o entregou aos cuidados de seus tios abastados, que providenciaram para que ele tivesse uma educação primorosa no Collège des Quatre-Nations, mas ele jamais foi um bom aluno - sofria de um tumor na face que afetava sua fala, e passava o tempo a desenhar. Desejava ser pintor, contrariando os planos de sua mãe e tios, que o queriam um arquiteto. Vencendo a oposição, buscou tornar-se aluno de François Boucher, seguidor do rococó e o principal pintor de sua geração, que era também seu parente distante. Mas Boucher, em vez de aceitá-lo como discípulo, o enviou para aprender com Joseph-Marie Vien, um artista que já trabalhava numa linha classicista, e o jovem ingressou então na Academia Real.

Tentou o Prêmio de Roma por quatro vezes, sendo em todas preterido. Depois do quarto fracasso iniciou uma greve de fome, mas não a levou ao cabo. Finalmente em 1774 teve sucesso, dirigindo-se a Roma para ingressar na Academia de Roma, e a ajuda do professor Vien o poupou de um estágio preliminar em outra escola, o que era uma praxe. Lá executou inúmeros desenhos e esboços das ruínas da cidade histórica, material que o proveu de inspiração para as arquiteturas de suas telas ao longo de toda a vida. Estudando os antigos mestres, sentia uma predileção por Rafael Sanzio, e ao visitar Pompeia ficou maravilhado. Depois destas impressões tão fortes decidiu adotar em seus trabalhos um estilo de acordo com os conceitos do classicismo.






Sua convivência com os colegas na Academia de Roma não era fácil, mas em geral era-lhe reconhecido o gênio. Depois de cinco anos na capital italiana voltou a Paris, onde teve uma recepção calorosa, que lhe abriu as portas da Academia Real, para onde enviou duas pinturas de admissão, ambas incuídas no Salão de 1781, uma honrosa exceção aos critérios rígidos que norteavam o concurso. Seu sucesso precoce lhe rendeu a hostilidade de membros da administração da Academia, mas teve o favor real de poder instalar-se no Louvre, um privilégio concedido somente a grandes artistas. Ao mesmo tempo desposou Marguerite Charlotte, filha do administrador do palácio, M. Pecol, casamento que lhe trouxe dinheiro e quatro filhos. Já com muitos alunos, recebeu a encomenda do rei para pintar Horácio defendido por seu pai, mas ele argumentou que só em Roma poderia pintar romanos, e conseguiu de seu padrinho os recursos necessários para a viagem.

Novamente na cidade eterna, David pintou O Juramento dos Horácios (1784), uma de suas primeiras obras-primas, cuja novidade maior foi a clara caracterização dos papéis masculinos e femininos, seguindo preceitos de Rousseau, e o elogio de ideais patrióticos republicanos, temas que continuaria a abordar por muito tempo. Apesar de seu tratamento linear e cerebral, conseguiu obter um grande efeito dramático. Ainda em Roma o pintor acalentou a idéia de tornar-se o diretor da seção da Academia Francesa naquela cidade, mas alegando-se sua pouca idade, seu pleito foi recusado.

Sua próxima obra de vulto foi A morte de Sócrates (1787), exibida no Salão de 1787, que foi comparado a criações imortais de Michelangelo e Rafael Sanzio. Diderot a qualificou de "absolutamente perfeita", e obteve igualmente a aprovação real.

Em seguida pintou Os litores trazendo a Brutus os corpos de seus filhos, e um retrato de Lavoisier, mas neste ínterim, eclodindo a Revolução, todas as obras deveriam ser aprovadas de antemão para serem exibidas, e Os litores foi recusado por ser sua simbologia republicana, o mesmo ocorendo com o retrato, recusado pelas associações do famoso químico com o partido Jacobino. Contudo, quando os jornais noticiaram a proibição o público ficou ultrajado, e o júri teve de reconsiderar, expondo o quadro dos Litores sob uma escolta voluntária de estudantes de arte.









Momento marcante da Revolução que ele fixou em tela foi a Morte de Marat, um testemunho de sua filiação política e ao mesmo tempo uma obra-prima. Quando apresentou a tela na Convenção, disse: "Cidadãos, o povo novamente clamou por seu amigo; sua voz desolada foi ouvida: 'David, toma teus pincéis, vinga Marat!'… Eu ouvi a voz do povo, e obedeci". A obra foi um sucesso político imediato, e tornou-se também uma de suas criação mais bem sucedidas - simples, direta, e poderosamente tocante - consagrando o retratado, agora um mártir cívico, e o autor no ambiente revolucionário, onde ele, como auxiliar de Robespierre no Comité de Segurança Geral, foi um dos mais ferventes promotores do Terror.

A esta altura a França estava envolvida em uma guerra com outras potências europeias, e aparentemente estava em vantagem. Assim o estado de emergência que havia suscitado o Comitê de Segurança Geral deixou de existir. Conspiradores aproveitaram o momento e prenderam Robespierre. Apesar de manifestar seu apoio a ele, David não foi executado, apenas preso. Na prisão fez um auto-retrato, mostrando-se muito mais jovem do que aparentava. Visitado por sua esposa no cárcere, concebeu a ideia para uma nova obra, A intervenção das Sabinas, como um apelo pela reunião nacional e pela paz, depois de tanto sangue derramado.

Quando a monarquia Bourbon foi restaurada David foi um dos proscritos. Contudo Luís XVIII concedeu-lhe anistia e até mesmo ofereceu-lhe uma posição na corte, mas David recusou, preferindo o auto-exílio em Bruxelas. Lá pintou Cupido e Psiquê, vivendo tranqüilamente com sua esposa, e dedicando-se a composições em pequena escala e a retratos. Sua última grande criação foi Marte desarmado por Vênus e as três Graças, terminada um ano antes de sua morte. Segundo expressou, desejava que a obra fosse o seu testamento artístico. Exposta em Paris, reuniu uma multidão de admiradores.

Faleceu depois de ter sido golpeado por um carro na saída do teatro, em 29 de dezembro de 1825. Seu espólio foi vendido, mas as pinturas remanescentes obtiveram baixos valores. Por suas atividades revolucionárias seu corpo foi impedido de retornar à pátria, e foi sepultado no cemitério Evere, em Bruxelas. Seu coração, porém, repousa no cemitério Père Lachaise, em Paris.